terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Vazio.



Estou  com medo de tudo que pode acontecer.
Minha mente está me traindo.
Não posso confiar em mim.
Não posso confiar em ninguém.
É tão estranho viver assim.

Autoria: Simone Cajá

"Pode copiar, mas dê créditos por favor.".

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Poesia Compartilhada .



É uma honra.
És o distinto.
És minha vida interpretar.
Tanta coisa morre, depois do despertar... 
Depois de nada mais estar, e estar!

Pera aí. Nada morre. Nada tem fim.
Apenas deixa de acordar.
Embarca em um sono viagem para outra existência aprofundar.
Nada deixa de estar, apenas se encontra em outro lugar.

E suposto fim, tudo move, pra onde se quer estar.
E assim despertar, que o que vem transparecer o que é amar.
No corpo, encontrar, no peito, desaguar...

Desaguar em um mundo onde se pode amar.
Onde se fecha os olhos e pode se entregar. 
Se entregar no vazio do desconhecido.
No medo de se perder e depois de encontrar sozinho.  

Afinal:

No final, encontrar, que nesse mundo, para estar, é sonhar.
Viajar, sempre estar... e ficar....

Autoria: Simone Cajá e Degaba.
"Pode copiar, mas dê créditos por favor." 


22:06



Tem coisas nesse mundo que me atraem.
Tem coisas que me distraem.
Eu gosto de coisas coloridas elas me fazem viajar em diferentes utopias.
Eu gosto de coisas que piscam elas me fazer perceber que as coisas oscilam.
Eu gosto de escrever coisas sem sentidos. De refletir com amigos coisas sem princípios. 
Eu gosto de beber as escondidas enquanto faço tudo isso. 
Eu gosto de me desliga e surtar, sem ter ninguém com quem se preocupar. 
Eu gosto de tanta coisa que não dá pra compartilhar.

Autoria: Simone Cajá
"Pode copiar, mas dê créditos por favor."